Estrelas pingando. Por que estou obcecada por essa ideia? Estrelas pingando em mim e nela, enquanto o vento cresce e nós dormimos, talvez perto do mar, mas eu não temo o mar, não sinto as ondas, porque tenho a ela e tenho gotas brancas que brilham e que vêm do azul de cima. Por quê? Estou sonhando acordada. Acordada? Em plena madrugada de inverno, longe dela, longe dos braços, dos lábios, do ronronar encantador.
Quero-a comigo agora. Poesia não me satisfaz, música não me satisfaz, café não me satisfaz e nem os cigarros o fazem. Apenas ela, com aqueles olhos brilhantes, com aquele cheiro de frutas (eu chorei quando o cheiro desapareceu das minhas coisas), com aquela voz, apenas ela me completa e, portanto, me satisfaz.
Que medo, que medo de perdê-la por ser assim tão nada. Que medo horrível que me tira o sono! Como dói não saber, não ter a certeza de que sou amada e querida como amo e quero, incondicionalmente, sempre, quer eu abra ou feche os olhos.
É saudável amar assim? Um sentimento tão forte que aperta, esmaga todo o resto, mas me dá esta luz que jamais tive, a certeza de que ao menos uma parte de mim eu conheço, a parte que sem ela não existe; porque sem ela eu sou outra e não me reconheço, sem esse amor eu não existo, como não existi até encontrá-la sem querer.
Eu a amo! Amo, amo, amo! Absolutamente!
Quero-a comigo agora. Poesia não me satisfaz, música não me satisfaz, café não me satisfaz e nem os cigarros o fazem. Apenas ela, com aqueles olhos brilhantes, com aquele cheiro de frutas (eu chorei quando o cheiro desapareceu das minhas coisas), com aquela voz, apenas ela me completa e, portanto, me satisfaz.
Que medo, que medo de perdê-la por ser assim tão nada. Que medo horrível que me tira o sono! Como dói não saber, não ter a certeza de que sou amada e querida como amo e quero, incondicionalmente, sempre, quer eu abra ou feche os olhos.
É saudável amar assim? Um sentimento tão forte que aperta, esmaga todo o resto, mas me dá esta luz que jamais tive, a certeza de que ao menos uma parte de mim eu conheço, a parte que sem ela não existe; porque sem ela eu sou outra e não me reconheço, sem esse amor eu não existo, como não existi até encontrá-la sem querer.
Eu a amo! Amo, amo, amo! Absolutamente!