Consegui. Consegui dizer a ela algo que eu estava pensando. Ela me aceitou de volta, Ana! Aceitou!
Passei o Carnaval inteiro me sentindo a pior das piores. Ela disse, um pouco antes de terminar, que alguma amiga me detestava. Eu perguntei o que eu havia feito e ela disse “O problema é que não fez nada”. Então eu percebi que alguma coisa estava mesmo muito errada.
Ei, Ana, será que eu prevejo o futuro?
Bem, ela terminou o namoro na sexta-feira antes do Carnaval. Quando as aulas retornaram, eu estava tão péssima que Nathália perguntou o que havia acontecido e eu não consegui não contar. De repente, todo mundo da classe sabia. Todo mundo. Dryele chegou ao ponto de dizer “Graças a Deus! Vai aparecer um homem na sua vida!”. Se ela soubesse o tamanho do nojo que sinto por homens...
Eu me senti mesmo como se o mundo inteiro tivesse caído na minha cabeça. E alguém, não lembro quem, me disse para tentar conversar com ela. Você sabe que eu não sei conversar. Fico enrolando, enrolando, e nunca digo nada. Mas eu consegui!
Ela disse que havia terminado o namoro porque moramos longe uma da outra e a distância a incomodava. Então, eu disse que nós não moramos tão longe assim e que ela estava trocando as poucas vezes em que nos encontramos por vez nenhuma, disse que vê-la me deixa feliz, mesmo que por poucas vezes, e que saber que essa felicidade não aconteceria nunca mais me fazia mal. Perguntei o que ela achava e...
Ah, Ana! Ela é minha outra vez! Minha!
Passei o Carnaval inteiro me sentindo a pior das piores. Ela disse, um pouco antes de terminar, que alguma amiga me detestava. Eu perguntei o que eu havia feito e ela disse “O problema é que não fez nada”. Então eu percebi que alguma coisa estava mesmo muito errada.
Ei, Ana, será que eu prevejo o futuro?
Bem, ela terminou o namoro na sexta-feira antes do Carnaval. Quando as aulas retornaram, eu estava tão péssima que Nathália perguntou o que havia acontecido e eu não consegui não contar. De repente, todo mundo da classe sabia. Todo mundo. Dryele chegou ao ponto de dizer “Graças a Deus! Vai aparecer um homem na sua vida!”. Se ela soubesse o tamanho do nojo que sinto por homens...
Eu me senti mesmo como se o mundo inteiro tivesse caído na minha cabeça. E alguém, não lembro quem, me disse para tentar conversar com ela. Você sabe que eu não sei conversar. Fico enrolando, enrolando, e nunca digo nada. Mas eu consegui!
Ela disse que havia terminado o namoro porque moramos longe uma da outra e a distância a incomodava. Então, eu disse que nós não moramos tão longe assim e que ela estava trocando as poucas vezes em que nos encontramos por vez nenhuma, disse que vê-la me deixa feliz, mesmo que por poucas vezes, e que saber que essa felicidade não aconteceria nunca mais me fazia mal. Perguntei o que ela achava e...
Ah, Ana! Ela é minha outra vez! Minha!
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